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Lanche para a escola, #lancheiradaChloe

Oi pessoal! Tenho postado quase todos os dias a #lancheiradaChloe no Snap (louisesaboia), mas vocês sabem que apaga depois de 24h, então juntei 6 lanches para inspirar vocês nessa correria que é preparar a lancheira todos os dias.

image Sanduíche de queijo coalho, cream cheese e suco de uva.

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Suco de cajá adoçado com açúcar demerara, uvas thompson, biscoito de leite

imageSuco de Maracujá com açúcar demerara, maçã e bolachas d’água caseira (de padaria).

imageSuco de morango, croutons e ameixa imageSuco de acerola, morangos e xilitoca imageSmoothies de maçã, framboesa e uva e biscoitos sequilhos.

Bjoo

Filhos

Meu filho é autista: O diagnóstico, por Sheina Assunção

Oi meninas, hoje teremos mais uma colaboradora para nosso blog, a Sheina Assunção. Sheina é filósofa e mamãe do Joaquim, um menino lindo de 3 anos e 7 meses e que foi diagnosticado com autismo. O texto conta um pouco como foi até chegar na descoberta e o que essa mãe sentiu ao conhecer esse mundo azul.

“Olá! Sou Sheina Assunção, tenho 27 anos, casada, filósofa de formação e mãe do Joaquim que hoje tem 3 anos e 7 meses. Joaquim é autista e estou aqui pra contar um pouco dessa experiência.autismo

Quando soube que estava grávida, chorei de medo, meu esposo me perguntou: “Você não esta feliz?” Eu disse: “Estou, mas estou com muito medo”. A responsabilidade de cuidar de outra vida me assustou! O medo veio e depois a alegria tomou seu lugar. Foi assim que nove meses se passaram, até chegar aquela quarta feira do dia 12 de setembro de 2012.

Eu costumo dizer que no dia em que meu filho nasceu conheci o céu e o inferno! Aprendi muito cedo que mãe sofre, somos pais de UTI! As primeiras horas do nascimento dele nos reservaram grandes emoções, mas conseguimos vencer. Joaquim é mais forte do que parecia ser! Joaquim aparentava ser um bebê “normal”. Tá, tudo bem! Ele não quis mais mamar com 4 meses e era muito chorão, mas muitas crianças que não são autistas fazem isso, não é mesmo? Fez carrinho com a boca nos imitando com quatro meses, aos cinco bateu palmas, aos seis balbuciava sem parar, com sete já sentava com nove engatinhava. Largou a chupeta sozinho! Um belo dia olhou e atirou no chão , não quis mais. Andou com um ano, nunca gostou de colo seu maior desejo era correr! Antes de um aninho falou palavras claras, apontava e pedia – Agum! Agumm! -Era água! Já não morreria mais de sede. Rsrsrsrs…

Entretanto, aquele bebê lindo, gordinho começou a ficar diferente. Era irritado, começou a parar de falar e sua hiperatividade era visível até para quem não convivia com ele. Perguntava para pediatra o por que de tanta energia, choros noturnos, vômitos sem explicação aparente, e irritação e a resposta era sempre, sempre a mesma, “ele é normal só é muito levado e menino demora a falar’. E lá íamos de volta pra casa exaustos depois de longas esperas em consultórios correndo atrás dele, tentando distrai-lo e acalmá-lo, e em casa mais cansaço, já tinha até vergonha de falar, as pessoas me olhavam como se eu tivesse fazendo tempestade em copo d’água.

“Meu Deus, como sou inexperiente” pensava! Eu sou a única mãe no mundo que esta sendo derrotado por uma criança tão inocente. Sim, DER RO TA DA! Era assim que eu me sentia sem saber o que fazer. Acreditava fielmente que a culpa era minha, meu filho só era um menino tolo e a culpa era toda minha.

Coloquei na creche com 1 ano e 7meses com a intenção que ele desapegasse de mim, a convivência comigo estava lhe fazendo mal. No começo foi tudo bem, mas com o passar dos dias foi ficando difícil, os gritos, choros, irritação e ai, tiramos ele da escola!

Comecei a deixar o orgulho de lado e comecei a ouvir mais as outras mães, sobre seus conselhos, suas “receitas de bolo”. Uma mãe disse que resolveu as crises de tolices do filho com boas palmadas, outra riu e disse que iria passar e que ele era só extremamente danado, “Leva  ele pro judô, natação, futebol!”,  “Você tem que olhar bem nos olhos dele e abrir bem a boca, só assim ele vai falar”. Ouvi, tentei, cansei e nada funcionou! O castigo, a natação, falar quase engolindo o menino, nada dava certo!

Ainda sem falar, mas já com seus dois aninhos, parei de ouvir a pediatra e as receitas que não davam certo e o levei na fono. No primeiro olhar analisador ela começou a me fazer perguntas, mas acho que ela já sabia as respostas, e no final me olhou nos olhos e disse: “Ele tem muita coisa do espectro autista! Vamos em frente pra termos certeza, vou te dizer que caminho seguir agora pra confirma o diagnóstico!” E continuou “Crianças assim tem algum problema. Pode ser só atraso na linguagem,  o que já e sério, ou pode ser autismo em seus graus que vai do leve ao severo”.  (DSM IV daquele ano levava os profissionais a identificarem assim o TEA)

Tomei um banho de água fria, aquele de amortecer o corpo! Meu Deus o que é isso? AUTISMO???? É grave? Dói? Tem cura? Tem remédio? Eu não sabia o que era autismo! Já tinha ouvido falar muito vagamente e na minha cabeça era uma criança em uma cadeira de rodas quer não falava, não andava, mas meu Deus, meu filho não era assim, pensava! Ela deveria estar errada!

Quanta ignorância minha! Só procuramos saber e tomar consciência de algo na maioria das vezes quando dói na gente, na pele. Fiquei assustada por não saber o que era autismo, mas não fiquei de luto, daqueles que choramos dia e noite. Só um medo invadiu meu ser e até hoje ele não foi embora. O medo do futuro! Eu amo meu filho do jeito que ele é e naquele momento só pensava qual o próximo passo para conhecer o autismo e ajudar meu filho!

Hoje sei que Joaquim tem o chamado autismo regressivo, em que a criança “era normal” e vai perdendo habilidades já adquiridas, como no caso do Joaquim que deixou de falar, de interagir, não gosta de roupas, odeia cortar as unhas e corta o cabelo é um terror. O autismo é parte integrante do ser dele, e isso não quer dizer que ele seja igual a outro autista.

Depois que comecei a conhecer o autismo fui entendo melhor sobre a luta, suas tristezas e alegrias… mas, isso eu vou contando aos poucos.”

Na próxima participação Sheina conta um pouco mais.

Bjoo

Colunas, Desenvolvimento, Filhos, Saúde

“Meu bebê tem Síndrome de Down, e agora?”, por Rafaela Santos

 
Oi meninas! Hoje o post é com participação da Rafa! Minha amiga de infância, psicóloga e mamãe do Eduardo e do  Fernando. Fernando tem o cromossomo do amor e sua terá uma coluna especial aqui no blog falando um pouco mais da vida de crianças com Síndrome de Down. Esperamos com isso ajudar todas vocês!
Muitas mães descobrem que seu bebê tem Síndrome de Down ainda na gestação, outras só vão descobrir após o parto, já que nem sempre os exames do pré-natal conseguem perceber sinais que indiquem a síndrome. Independente do momento em que a mãe descobriu que seu filho tem a Trissomia do Cromossomo 21, uma coisa é fato: praticamente todas vão se sentir impactadas, em menor e maior grau, e farão a seguinte pergunta a si mesmas “E agora?”.sindrome-de-down
A maior parte das mulheres quando decide ser mãe pensa e planeja todo o enxoval, decora o quarto, programa um pouco como será o futuro (dela e da criança também), elabora o plano de parto, compra diversos livros sobre parto e sobre ser mãe, entra em grupos de mães nas redes sociais, faz pesquisa na internet, acessa blogs maternos diariamente, há ainda algumas, mais planejadas financeiramente, que começam a fazer economias para imprevistos, mas poucas – raras – se planejam para uma gestação ou para um bebê que esteja fora dos “padrões”. Por isso quando acontece algo fora do esperado há esse choque inicial. A maioria não sabe com quem falar, a quem recorrer, qual o caminho a seguir.
Sou psicóloga. Tenho formação e conhecimento sobre desenvolvimento infantil. Estagiei na APAE na época da faculdade. Conheço sobre a Síndrome de Down. Tenho uma irmã neuropediatra. Mas confesso que nos primeiros momentos me senti um pouco perdida. Quando, na maternidade, foi me dito que suspeitavam que meu filho tinha Síndrome de Down eu só pensava: “Por onde eu começo? Quem eu devo procurar? Quando começo a estimular?”. Fico imaginando quantas mães e pais não têm a base e o conhecimento que eu tenho e o quanto eles devem se sentir perdidos. Ainda mais do que eu. Por isso resolvi formular aqui o que eu chamo de Guia Rápido para mães e pais que descobrem ter um filho com Síndrome de Down. Na verdade o guia pode acabar ajudando pais que tiverem filhos com outras condições que não apenas a Síndrome de Down.
1. Respire
Sim, respire! Antes de qualquer coisa manter a calma e o racional é fundamental. Sim, você pode estar passando por um turbilhão de emoções, mas é preciso ter um pouco de serenidade para seguir os próximos passos ou você corre o risco de tomar muitas decisões precipitadas.  Chore se sentir vontade, grite se achar necessário, descarregue suas emoções escrevendo um diário, fazendo terapia, atividade física ou o que achar melhor. Mas antes de tomar qualquer decisão tenha certeza de que está em um momento sereno.
2. Procure pessoas que já passaram pela mesma situação
Nisso a internet nos dá uma grande ajuda. Através de algumas pesquisas você consegue encontrar outros casais que já passaram por isso e que vão entender seus sentimentos melhor do que qualquer pessoa. Essa rede de apoio é muito importante nesse momento inicial. Mas não apenas neste momento específico, essa rede é fundamental para todas as etapas pois esses pais provavelmente já passaram por situações parecidas com as que você ainda irá passar e certamente eles tem algum dica, algum conselho que será bastante útil. São relações para manter a vida toda.
3. Leia, leia, leia. Pesquise, pesquise, pesquise.
Sim, os pais são os que mais conhecem sobre a Síndrome, mais do que muitos médicos. Isso porque boa parte deles estuda e pesquisa incansavelmente, buscando uma forma de melhor desenvolver seus filhos, mas há que se ter cuidado com leituras. É importante sempre buscar fontes confiáveis. Como leitura recomendo essa lista elaborada pelo site Movimento Down: http://www.movimentodown.org.br/down-por-ai/livros/
4. Procure apoio na sua família e nos seus amigos
Pode ser que nenhum deles tenha passado por situação semelhante e pode ser que não consigam entender nada do que você está sentindo. Conheço pais que se afastaram da família e dos amigos por ter “raiva” de todos terem famílias com filhos “perfeitos” e eles não. Normal. Se você se sentir assim lute contra esse sentimento. Sua família e seus amigos verdadeiros serão os principais aliados que você terá nessa jornada. Você irá ter momentos difíceis, de cansaço, de tristeza. E no fim eles estarão lá pra lhe ajudar.
5. O pediatra tem que ser seu maior parceiro
Se possível, escolher um pediatra que tenha experiência em atender crianças com Síndrome de Down. Sim, são raros, mas existem. Procure a sua rede de apoio para recomendações. Caso não encontre ou não goste de nenhum dos recomendados, procure um pediatra no qual você confie e que demonstre estar disposto a aprender junto com você. Uma coisa é verdade: provavelmente você, em pouco tempo, saberá mais do que ele sobre a síndrome e sobre novidades de tratamento, pois como disse no item 4, os pais costumam ser os mais ávidos leitores sobre o tema. Leve tudo que leu e teve dúvidas para as consultas. Existem muitas informações na internet sem embasamento científico, portanto procure sempre levar ao médico do seu filho para que ele possa verificar. O pediatra tem que estar aberto a aprender e pesquisar junto. A parceria pais-pediatra é fundamental.
6. Exames, exames, exames
O primeiro exame a ser feito no caso da suspeita de Síndrome de Down é o exame do cariótipo. Ele vai determinar se seu filho tem ou não a síndrome. Além do cariótipo diversos exames devem ser realizados, pois bebês com síndrome de down são mais suscetíveis a ter problemas cardíacos, auditivos, visuais e também no trato intestinal, além de hipotireoidismo, refluxo, e diversas outras condições. Isso não significa que seu filho terá algum desses problemas, mas é importante realizar todos os exames necessários para saber como está a saúde do seu filho. Recomendo que não espere o resultado do cariótipo para realizar os outros exames. O cariótipo pode demorar um pouco e quanto antes seu filho puder ter acompanhamento médico específico melhor para ele. Recomendo acessar o seguinte link para saber quais exames devem ser realizados no caso do seu bebê ter Síndrome de Down. http://www.movimentodown.org.br/2015/11/8-exames-de-saude-indispensaveis-para-pessoas-com-sindrome-de-down/
Obs.: para as mães que descobriram a Síndrome apenas após o parto, esses seis primeiros itens acontecem aos mesmo tempo. Não dá nem para pensar muito. São muitas informações. Por isso que friso o item 1: RESPIRE.
7. Médicos especialistas são essenciais
Caso algum exame detecte alguma condição de saúde que mereça atenção os pais deverão procurar um médico especialista para avaliar e acompanhar a condição da criança. O pediatra não consegue atender tantas demandas específicas. De antemão sugiro que já tenha indicações de neuropediatras, cardiologistas, otorrinos, ortopedistas, oftalmologistas e endocrinologistas. Você pode até não precisar deles agora, mas em algum momento futuro será bom fazer uma avaliação com eles.
8. Estimulação Precoce
Após o bebê ser liberado pelo médico, os pais devem procurar uma equipe de TO, fonoaudióloga e fisioterapeuta para iniciar a estimulação. Estimulação precoce faz toda a diferença no desenvolvimento de uma pessoa com Síndrome de Down. Existe muitas dúvidas sobre quando é o melhor momento para iniciar a estimulação. Se assim que nasce, ou após um mês, ou depois das vacinas. Na realidade a estimulação pode ter início assim que liberado pelo médico. Mas é importante levar para avaliação do profissional. Por exemplo, meu filho Fernando, com vinte dias começou a fisioterapia. Já a fono e a TO ele só começou com quase dois meses. Tudo com orientação das profissionais. Aqui vale a pena ressaltar que a estimulação, para ter o resultado esperado, precisa ser reforçada em casa.
9. Lembre-se: seu bebê é apenas um bebê
Sim, é preciso colocar esse item sete na lista porque passado todo esse turbilhão inicial e já fazendo as terapias, é muito comum ver os pais tão envolvidos na rotina do filho (levando para as terapeutas e médicos, estimulando em casa e lendo sobre síndrome de down) que “esquecem” que ele também é um bebê que quer apenas dormir, comer e brincar. Às vezes na ânsia de fazer o melhor pelo filho os pais o sobrecarregam esperando que, assim, vão conseguir suprir a deficiência dele. É importante lembrar que sim, a estimulação é necessária, mas ele também precisa ter momentos como todo bebê. Ele também precisa ter o colo do pai, da mãe, o carinho dos irmãos. Os vínculos familiares também são fundamentais. É preciso conter essa ideia de que “quanto mais terapia menos atrasado ele ficará”. Equilíbrio é a chave.
10. Vida fora síndrome de down
Todos na família precisam ter momento de esquecer a síndrome de falar de outros assuntos. Acredite, isso é super importante principalmente para os pais (que estão totalmente imersos nesse contexto) e para a criança. Tudo bem, ele pode ainda ser apenas um bebê mas não é saudável (e nem estimulante) falar apenas sobre esse assunto, bebês entendem mais do que pode aparentar. Viajar, ter momentos a dois, ter momentos só a família, com os amigos, sair da rotina puxada, tudo isso é fundamental para manter a energia e a saúde mental de todos da família, pai, mãe, filhos, avós e quem mais esteja envolvido diretamente.
E sempre, sempre que a ansiedade bater volte ao item 1. Respire. Com calma conseguimos ver as coisas com mais nitidez. De fora parece mais desafiador e mais difícil. O tempo tudo ajusta.”
 
Dra. Rafaela Santos é psicóloga e atua em Fortaleza- Ceará.

Novidades, Produtinhos

Lancamentos Mattel : Batman X Superman

Oi meninas!!! Hoje vou contar uma novidade para vocês! Com a estreia do filme Batman vs. Superman: A origem da Justiça, a Mattel, lança bonecos inspirados em tal FILME!

A Mattel entra no clima dos grandes heróis e vilões da DC Comics e anuncia o lançamento de linhas de brinquedos inspirados no novo filme Batman vs. Superman: A Origem da Justiça. Ela reúne diferentes marcas (Hot Wheels, Barbie, Imaginext e DC Heroes) e ainda faz algo super legal: eles ganham características de alguns dos personagens mais queridos e famosos das histórias em quadrinhos.

Além disso, para este ano, a Mattel traz com DC Heroes uma linha exclusiva de Batman vs. Superman, em que os bonecos tem como referência a aparência real dos personagens do filme, que estreou agora em março aqui no Brasil. Imagina aí que os bonecos parecem de verdade com os atores? Certeza que a criançada vai querer!! hahaha

Alguns dos lançamentos:

MATTEL01  MATTEL02  MATTEL03

MATTEL04  MATTEL05
MATTEL06  MATTEL07
Essa novidade é para os pequenos e os grandões, né? Fãs de todas as idades poderão se divertir e colecionar suas figuras de heróis favoritas!
Tudo isso você pode encontrar nas principais lojas de brinquedos do Brasil e já estou pirando aqui para ver se encontro esse ultimo pra mim, digo, para o Benjamin!rsrs
Bjoo
 

Filhos

Festa Doki

Sábado as crianças foram para um aniversário de um amiguinho, o Mário. Festa de 2 anos super fofa com o tema Doki, um desenho do Discovery Kids. Ficou bem legal! A lembrancinha era uma mochilinha no tema e a Chloe já saiu da festinha com ela nas costas!rsrsrs

Vamos ver?

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Filhos

Bolo fofinho de queijo – receita da sogra

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Outro dia comemos esse bolo delicioso aqui em casa!

É uma receita da fazenda da minha sogra. Tinhamos comido lá e chegamos com vontade de comer mais. Marido ligou pra lá para pegar a receita e pudemos comer mais uma vez o bolo!

Ingredientes:
5 ovos
2 xícaras de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
250g de manteiga
1 copo de leite
1 pires de queijo coalho ralado
Raspas de 1 limão ou laranja
1 colher de sopa de fermento

Bata somente a manteiga e com as gemas e o açúcar. Depois misture na mão a farinha, o leite, as raspas de limão o queijo e o fermento. Por último acrescente delicadamente as claras já batidas em neve. Leve ao forno pré aquecido 200° em forma untada e enfarinhada por uns 40 minutos.