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Entrevistas, Maternidade, Papo nosso

Reportagem para a TV Verde Vale

Oi pessoal! Lembram que falei que eu havia dado uma entrevista para a tevê local? Saiu várias vezes em vários jornais (FAMOSAAA! hahahaha) e a produtora me enviou a integra para quem não é da região possa assistir também.

Confesso que estava com vergonha, mas foi bem legal e cheguei a me emocionar quando falei dos meus filhos. Assistindo novamente me emocionei de novo!rsrs

Agradeço à tevê por reconhecer meu trabalho e a vocês que fazem tudo dar certo. Agora bora assistir!

bjoo

Maternidade

Intolerância a lactose, por Luisa Arnaud

Oi meninas! O post de hoje é com a nossa colaboradora, mamãe e médica Luísa Arnoud e fala de um problema muito comum nos dias de hoje: intolerância a lactose.

Por aqui, eu e a pediatra da Chloe, percebemos que quando ela consome muito leite (um iogurte no dia a dia ela não sente nada ou quase nada, mas se comer um pouco mais…) e seus derivados (ela não gosta de leite puro, mas não pode ver um queijo ou um iogurte) ela tem reação com dor e distensão abdominal. Não fizemos exames ainda, ficamos só com o estudo clínico e a pediatra até passou um remédio para esses momentos (por precaução é melhor não dizer qual é) de maiores incômodos pra ela, mas estamos tentando controlar a alimentação que já faz um bom efeito.

“Hoje, falaremos de um problema cada vez mais comum entre as crianças: a intolerância a lactose.

 
DEFINIÇÃO
 

A intolerância à lactose ocorre, principalmente no período que compreende os três primeiros anos de vida, em consequência da deficiência genética da enzima lactase, a enzima que permite a intolerancia a lactosedigestão da lactose. 

 

Traduzindo: crianças com deficiência em lactase, a enzima que permite a digestão da lactose, podem sofrer com gases, cólicas, diarreia, náusea e distensão abdominal após consumir alimentos que contenham essa substância.

 
 
INTOLERÂNCIA A LACTOSE X ALERGIA AO LEITE DE VACA
 
Por apresentarem sintomas muito parecidos, há confusão acerca do diagnóstico de intolerância à lactose e alergia ao leite de vaca. Para ficar mais fácil de compreender a diferença: o leite é composto de carboidratos (açúcar), gordura e proteínas.
Quando falamos em intolerância a lactose, estamos nos referindo ao açúcar do leite. No caso de alergia, é a proteína do leite que está relacionada.
É por isso que a alergia à lactose não existe, pois a lactose é um carboidrato, enquanto a alergia está relacionada à proteína do leite.
 
 
CAUSAS
O que acontece é que a natureza é muito sábia: como o bebê tem que tomar leite, as crianças nascem com um nível muito alto de lactase. À medida que elas crescem, com cerca de quatro a cinco anos de idade, como a necessidade de ingestão de grande quantidade de leite diminui, cai também o nível de lactase.
 
É muito raro um bebê nascer com a forma congênita da doença. Assim, é muito raro intolerâncias à lactose em crianças em fase de aleitamento.
 
No entanto, o quadro é mais comum quando a criança enfrenta outra doença, a exemplo de diarréia crônica ou desnutrição (para que o organismo produza lactase, são necessárias proteínas e outros nutrientes). Essas situações podem levar a intolerância, mas de forma secundária.
 
 
TRATAMENTO  
 
A intolerância à lactose primária é hereditária e não tem tratamento. A solução é eliminar a ingestão de alimentos à base de leite e produtos derivados que contém um açúcar natural chamado lactose, a fim de promover o alívio dos sintomas. 
Depois, esses alimentos devem ser reintroduzidos aos poucos até identificar a quantidade máxima que o organismo suporta sem manifestar sintomas adversos. 
Essa conduta terapêutica tem como objetivo manter a oferta de cálcio na alimentação, nutriente que, junto com a vitamina D, é indispensável para a formação de massa óssea saudável. Suplementos com lactase e leites modificados com baixo teor de lactose são úteis para manter o aporte de cálcio, quando a quantidade de leite ingerido for insuficiente.
 

DIAGNÓSTICO

Além da avaliação clínica, o diagnóstico da intolerância à lactose pode contar com três exames específicos: teste de intolerância à lactose, teste de hidrogênio na respiração e teste de acidez nas fezes.

O primeiro é oferecido pelo SUS gratuitamente. O paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, colhe amostras de sangue para medir os níveis de glicose, que permanecem inalterados nos portadores do distúrbio.

O segundo considera o nível de hidrogênio eliminado na expiração depois de o paciente ter ingerido doses altas de lactose e o terceiro leva em conta a análise do nível de acidez no exame de fezes.

 
 
ALIMENTOS QUE CONTÊM LACTOSE
 
Laticínios: produtos feitos com leite contêm lactose, tais como creme de leite, sorvete, maionese, bebidas (mistas) de leite, creme de queijo, queijos em geral e queijo cottage. Iogurte podem ser uma boa opção para ingestão de cálcio, uma vez que culturas intestinais ativas metabolizam a lactose, facilitando a digestão.
 
Pães e massas: alimentos ricos em amido (pães, biscoitos, panquecas, bolos e similares) costumam usar leite em pó ou produtos lácteos na preparação.
 
Doces: sorvetes e bolos de sorvete, pudins, cremes e sobremesas que usam leite condensado têm lactose. Alguns adoçantes artificiais, caramelo e doces aromatizados também têm componentes do leite.
 
Bebidas: qualquer forma de leite contêm lactose, como leite integral, leite em pó, leite condensado, leite batido e diversas bebidas instantâneas. Algumas bebidas lácteas estão disponíveis em versões com lactose reduzida e podem ser toleradas por alguns indivíduos.
 
Molhos e coberturas: molhos para saladas, molhos de queijo, manteiga e patês também podem conter lactose. Geralmente, a manteiga possui uma quantidade menor de lactose, e pode ser um alternativa, desde que consumida com moderação.
 
Legumes: matérias-primas vegetais não contêm lactose se não forem praparadas com produtos lácteos. Mas atenção: gratinados, vegetais com creme e pratos de vegetais cozidos podem conter ou utilizar a lactose.  
Verduras de folhas verdes, como brócolis, couves, agrião, couve-flor, espinafre, assim como feijão, ervilhas, tofu, salmão, sardinha, mariscos, amêndoas, nozes, gergelim, certos temperos (manjericão, orégano, alecrim, salsa) e ovos também funcionam como fontes de cálcio;
 
 
CONCLUSÃO
 
A pessoa que desenvolveu intolerância à lactose pode levar vida absolutamente normal desde que siga a dieta adequada e evite o consumo de leite e derivados além da quantidade tolerada pelo organismo.
 
Lembrando que nos adultos, a intolerância a lactose é mais frequente. Ele pode nem saber que é intolerante, mas sabe que se tomar muito leite se sentirá mal. Então, por mecanismo de defesa, ele consome pouco ou não consome leite e passa a vida toda sem saber que tem o problema. O termo, portanto, também é relativo à quantidade de enzima que o indivíduo produz.
 
Fonte consultada: Dra. Yu Ling Koda e Dr. Sylvio de Barros.”
 
Dra. Luísa Araújo Arnaud é mamãe da Bella e comanda o IG @wowmaes.
 

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Absorventes para seios

Oi meninas, tudo bem? Hoje o post é dedicado para as recém mamães e as gravidinhas de plantão: absorventes para seios! Eu NUNCA tinha ouvido falar sobre até engravidar e minha amiga, se está pensando em amamentar (o que acredito que sim!), você usará precisará um dia!!!

Você pode até pensar, “Ah! só mais uma coisa para gastar!”, mas imagina estar na rua e sua roupa toda sua de leite? Pois é, você se arrependerá de não ter saído com um!rsrs Tem sutiã de amamentação que já vem com uns que não são descartáveis, mas você pode precisar trocar direto, então é sempre bom ter em casa uma caixa deles.

Usei muito nos três primeiros meses, depois parecia que não tinha mais tanto leite assim (mas só parecia, viu? A maioria passa por essa sensação de “menos leite’, mas continuei amamentando ate um ano e 4 meses da Chloe e 1 ano e 6 meses do Benjamin!) e fui parando de usar, mas tenho amigas que usaram muito ate 6, 7 meses do bebe!

Algumas das marcas do mercado:

Absorventes Descartáveis para Seios da Lansinoh 

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Segundo a marca: “Com cobertura acolchoada em forma de colméia, o produto oferece a proteção perfeita contra vazamentos, mantendo a pele e a roupa seca durante o dia e a noite. Desenvolvido com um polímero super absorvente especial, possui um revestimento seco que absorve completamente o leite. Para garantir a discrição das mães, os absorventes são ultrafinos e anatômicos, mantendo seu formato regular até com o fluxo mais intenso, além de possuírem duas fitas adesivas que permitem um ajuste impecável ao sutiã. São embalados individualmente proporcionando máxima higiene.”

Absorventes descartáveis par seio Cremer

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” Absorvente para seios cremer foi desenvolvido para absorver o excesso de leite materno produzido pelo seios durante o periodo de amamentação, oferecendo maior proteção, conforto e discrição após o momento de amamentar.” Possui fita fixadora e embalado em pares.

Absorvente para seios Chicco

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“Discreto e seguro, contém fita adesiva para a fixação na roupa ou sutiã, proporcionando mais conforto e sensação de higiene sem marcar as roupas, evitando trocas constantes. Com canais e absorção e gel eficaz, os Discos Absorvente Anti bacteriano para Seio Chicco sugam o excesso de leite mantendo a pela sempre seca e macia por mais tempo, além de auxiliar na redução de problemas causados pela umidade que prejudicam o aleitamento.”

Absorvente para seio Avent

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” Exclusiva composição em quatro camadas para absorção perfeita e conforto. Os discos absorventes são antideslizantes e as fitas adesivas mantém o produto no lugar. São macios, higiênicos, eficientes e com formato anatômico. Além disso, são dermatologicamente testados e foram desenvolvidos com auxílio de profissionais de saúde.O pacote vem com 30 unidades. Este produto é livre de Bisfenol A (BPA).”

Abosorvente para seios Johnson’s

abs.seiojohnson“Desenvolvido especialmente para oferecer às mães que amamentam proteção com muito mais conforto. O Protetor para Seios Johnson absorve as perdas de leite que ocorrem nos intervalos das mamadas, mantendo a umidade longe dos seios. Ao mesmo tempo, deixa a pele respirar, ajudando a evitar a formação de rachaduras e fissuras no mamilos. Além disso, possui formato anatômico, ajustando-se de maneira adequada entre o seio e o sutiã, tornando o seu uso discreto, sem marcar as roupas.”

Absorvente para seios Medela

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“Absorventes descartáveis ​​para os seios fornecer  para que você fique seco, confortável e confiante. Excelente absorção e proteção contra vazamentos – Dia ou noite. Discreto sob a roupa.”

 

Há muitos outros no mercado e a dica que dou é: compre só uma caixa do modelo escolhido e faça o teste, se gostar, compre mais! Você pode sentir alergia (teve um que me deu uma coceira danada, mas não lembro a marca), pode achar que esquenta, dependendo de onde você mora, ou simplesmente não se adaptar!

O mais importante é que se estiver com os mamilos fissurados, deixe respirar o máximo de tempo para cicatrizar mais rápido e depois pode usar os absorventes para seios novamente!

 

Bjoo

 

Maternidade

5 Dicas de Produtos

Oie! Na correria nem pude avisar por aqui do meu vídeo da semana! Gente, preciso de 72h em um dia e mesmo assim parece que não darei conta, viu?rsrs

Então está aí o vídeo! Assiste e se inscreve no canal! 😉

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Vídeo de Massinha caseira com participação da Chloe

Oi meninas!!! Como passaram o final de ano? Quem acompanhou nas redes socias, nos viu levando os meninos para a praia. Voltamos de férias e para dar início ao blog nesse ano de 2016, tem um vídeo no Youtube que ensino a fazer Massinha de Modelar!

Gente, Chloe participou do vídeo e ficou muuuito engraçado!! Vem assistir, rir com a gente  e aproveita para se inscrever no canal!

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Valorize seu casamento por Marcelo Fernandes

 

Oie!! Hoje tem post do nosso colaborador Marcelo, blogueiro do @papaionline e ele vem cas.michele emarcelo 195falar de um tema bem legal: casamento. Já tiveram a impressão que o casamento deu uma esfriada? O vizinho parece que vive em lua de mel e na sua casa nem lua tem? Vamos ler?

“Você tem um casamento feliz? Não existe fórmula secreta para o casamento ideal.

Os comerciais de TV são sempre repetitivos e mostram famílias tomando café da manhã em dia de sol e todos sempre muito felizes. Criar expectativa que seu casamento deve ser igual ao da TV, certamente lhe frustrará ou o deixará muito insatisfeito.

A felicidade no dia a dia pode não ser intensa e perfeita, mas isso não quer dizer que o relacionamento está em crise. Simplesmente mostra que o casamento é humano e normal.

Aquela declaração de amor perfeitamente detalhada nos seus sonhos pode nunca acontecer. O que não significa que sua parceira não te ama e não diga isso de outra maneira.

Depois de namorar por quatro anos, casamos e este mês completamos 8 anos de casados, mas com o dia a dia, vamos esquecendo ou deixando de lado a demonstração de amor com presentes e mimos. Com a chegada do filho, a vida de casal acaba ficando em segundo plano pelo menos nos primeiros anos de vida do bebê.

Casamento também é feijão com arroz. Amar não é só jantar fora, transar todo dia, ir ao cinema. É a rotina do dia a dia, ter uma parceria de sucesso, ser amigo, isso sim é casamento!

Dificilmente alguém entra em um relacionamento sem um modelo, alguma expectativa ou fantasia todo mundo tem. O importante é que esse ideal possa ser revisto e adaptado para a realidade do casal, pois a perfeição não existe em nenhum relacionamento. A família perfeita é a que sabe lidas com os problemas e prevalece a união.

O ideal de relacionamento de cada um tem origem na família. As pessoas imaginam ter uma vida igual ou diferente dos pais, de acordo com a impressão que tiverem desse modelo inicial. “Além disso há os valores sociais, religião e cultura que trazem elementos para esse casal imaginário que quem bota a prova são pessoas reais.

Temos que parar de olhar para a grama do vizinho ou de um casal da TV que achamos ser incrível pois pode não ser a melhor opção para medir o sucesso do nosso relacionamento. O marido da outra é perfeito porque não vive com você!

Na intimidade de cada casal tem seus ajustes a fazer, e a tolerância é imprescindível para uma relação duradoura. O importante é incluir na vida conjugal recursos para lidar com os momentos difíceis, porque a vida em conjunto tem frustrações. “Somos compreensivos, aturamos. O amor não é cego. Ele vê!

Perceber que nem tudo acontece de acordo com o nosso desejo é sinal de amadurecimento da relação, e não de seu fracasso.

Não se iluda com casamento de margarina, viva um casamento real!

Abraço,

Marcelo Fernandes
www.papaionline.com.br
Instagram: @papaionline; facebook.com/Papaionline; Twitter @onlinepapai”

 

Comidinhas, Maternidade

Massinha caseira

Oi meninas!! Semana passada Benjamin veio com uma caixa cheia de massinha que ele tinha feito na escola. Achei super fofo e pensei: seria ótimo dividir essa ideia com as seguidoras! Fui procurar na internet e a receita é suuuuper fácil! Toda feita com materiais comestíveis e se a criança comer (aqui essa criança chama-se Benjamin) não terá problema algum.

Anota aí:massinha

2 copos (tipo requeijão) de farinha de trigo;

1/2 copo de requeijão de sal;

1 copo de água;

1 colher de chá de óleo;

corantes alimentícios.

Misture a farinha de trigo com o sal. Coloque aos poucos a água e vá misturando. Por último adicione o óleo e amasse bem. Se  achar que a massa ficou muito mole, acrescente um pouco mais de farinha. Separe as porções e pingue um pouco de corante alimentício da cor que desejar em cada uma dessas porções.

Para armazenar, coloque em algum saco plástico ou depósito com tampa.

Fácil, não é? Deus até vontade de fazer um vídeo mostrando o passo a passo. Que tal? 😉

bjoo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

massinha

Maternidade

Colica e choro por Luisa Arnaud

Oi meninas (tenho que chamar meninas, papais. Não fiquem magoados!rsrs), hoje começa mais uma colaboradora aqui no blog, a Luisa, mamãe da Bella e dona do IG @wowmaes. colica e choro

Essa semana, por coincidência, contei no IG e fanpage quando o Benjamin adoeceu e chorava sem parar. Ele era bem pequeno e isso se confundia com as terríveis cólicas. Hoje a Luisa vem falar da relação colicas e choro e como ajudar a amenizar “essas terríveis”  que tiram o sossego de todos os pais.

“Sabemos, que quando um bebê chora sem parar, já tendo sido alimentado e ter tido uma boa noite de sono, pensamos nas temidas e frequentes cólicas. Mas, nem todo o choro é cólica.

Todos os bebês choram nos seus primeiros seis meses de vida. Os maiores períodos de choro ocorrem na sexta semana de vida.

O choro tem uma função importante no desenvolvimento, permitindo o neném aliviar as suas tensões e se constitui em um poderoso instrumento da comunicação de sensações como febre, dor, frio ou o desejo de estar perto dos pais. Os bebês choram por diferentes razões. Eles terão dias de maior excitação, maior irritabilidade, dia em que estarão mais inquietos e menos consoláveis.

As cólicas costumam acometer os bebês nos seus primeiros três meses de vida, sendo mais comum naqueles que se alimentam de leites artificiais do que nos que só ingerem o leite materno. Isso ocorre devido a imaturidade do sistema digestivo do recém nascido, o que favorece a contrações intestinais, e à entrada de ar durante a sucção quando o bebê mama em mamadeira, o que provoca dores mais ou menos intensas. Os períodos de cólicas, geralmente, acontecem no final da tarde e no período da noite.

O leite materno é o melhor alimento para seu filho. Ele concentra substâncias que impedem o crescimento bacteriano no organismo da criança, evitam cólicas e estimulam o funcionamento do intestino.

Segundo a Universidade do Texas, quando o bebê tem cólica ele faz movimentos com os braços, as pernas, o tronco e a boca, parecendo querer mamar, mesmo que isso tem ocorrido há pouco tempo.

Existem nenéns que choram muito nos primeiros três meses de vida, outros quase nunca choram. Os experts em Pediatria Comportamental têm sugerido que o choro no primeiro trimestre é secundário, principalmente, a uma adaptação da vida intra para a vida extrauterina. Ou seja, um bebê dentro do útero está no escuro, dentro d`água, sendo alimentado pelo umbigo, com pouco espaço para se mexer, ouvindo há muito os sons do coração e dos vasos sanguíneos da mãe. Aqui fora as coisas são evidentemente diferentes. Quanto mais difícil essa adaptação, quanto mais saudades do útero materno, maior a possibilidade do bebê chorar. Ou seja, restringir o choro do bebê a famosa cólica, a questões de espasmos e gases intestinais parece ser hoje uma simplificação de um fenômeno muito mais complexo. De qualquer forma, os pediatras recomendam algumas ações que possam minimizar a parte deste evento que esteja ligado ao sistema digestivo.

Se o bebê estiver chorando há algum tempo, irritado, sem nada que o console, cheque por etapas:

– Se está com fome.

– Se está com a fralda molhada.

– Se está com frio ou calor.

– Se quer contato físico, ser mimado, ver você, ouvir a sua voz.

Chegando a conclusão que se trata de cólica, algumas medidas podem ser tomadas:

– Um banho morno relaxa o bebê e induz o sono;

– O contato pele com pele costuma apaziguar o incômodo: coloque o bebê sem roupas sobre a sua barriga nua, cobrindo-o com uma manta.

– Bolsas de água quente ou panos recém-passados a ferro diminuem o desconforto.

– Massagens abdominais circulares e suaves ajudam a eliminar os gases.

– Em casos específicos, o pediatra pode indicar medicamentos anticólicas, mas só os utilize com instrumentação específica do médico.

Fontes: Dr. Sylvio de Barros e João Scarpellini Campos.

Beijos e obrigada,

Luísa.”

Maternidade, Para o bebê

Resgatando Brincadeiras antigas por Marcelo Fernandes

Oie! Hoje o post é com a participação do Marcelo @papaionline, que agora será nosso colunista mensal aqui no blog! Ele trará sempre temas diferentes e chamará os papais para participarem também. Quem não quer pais mais participativos, não é? Pois o Marcelo vem pra cá com esse intuito.

Hoje ele fala sobre resgatar as brincadeiras antigas que parece que deixamos de lado com a era do tablet, dvd´s e tudo o mais que existe de eletrônico.

“A paternidade me trouxe a oportunidade de reviver o universo infantil e aos poucos relembro coisas que fazia na minha infância, mas que normalmente não estão presente nos dias de hoje.

Vivemos na era digital, onde infelizmente nossos filhos ainda bebezinhos já são entretidos com celulares, tablets e televisões, pelo menos em casa está sendo  desta forma e confesso que me preocupa o que isso pode causar. Para amenizar esta dependência dos equipamentos eletrônicos, comecei a ´´ ressuscitar “ as brincadeiras que faziam parte da minha infância e aplicar no dia a dia com o Fefê e outras brincadeiras que ele ainda não tem idade para colocarmos em prática, mas que certamente brincaremos juntos em breve.

Dependendo da região, os nomes das brincadeiras podem varias, mas as brincadeiras antigas estão em todo lugar.

Abaixo, algumas brincadeiras que já estamos colocando em prática com nosso filho:

Cavalinho: Fefê monta nas costas do papai agachado no chão e andamos pela casa.

papaionline1Quem vê, pode achar um mico, mas não estou nem ai, o importante é ver a felicidade do meu pequeno. Ele adora e é a brincadeira que ele mais gosta!

Bicicleta humana: Fefê adora bike e quando falei para ele se queria brincar de
bicicleta, ele aceitou na hora. Deitamos no tapete da sala ou em cima da cama,colocamos pés com pés e pedalamos juntos, é muito gostoso.

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Pega Pega: Corremos pela casa e o Fefê tenta me pegar e vice versa.

Esconde esconde: Fefê se esconde e o papai vai procurar. Ele já se escondeu na despensa, em baixo das roupas, atrás da cortina e também me escondo para ele me encontrar. É muito gostoso, façam isso em casa! As vezes me escondo e deixo ele alguns minutos me procurando e quando vejo que ele está cansado de procurar eu apareço e falo que ele me achou.

Balança viva: Mamãe e eu, pegamos o Fefê pelos pés e mãos e balançamos, depois jogamos na cama ou sofá, claro que com muito cuidado para não machucá-lo.

Precisam ver cada sorriso que conseguimos, ele se sente leve, com aquele ventinho no rosto.

Como mencionei acima, outras brincadeiras vieram a minha mente, mas o Fefê ainda não tem idade, mas vou compartilhar com vocês, pois podem ter filhos mais velhos e já interagirem com eles, como por exemplo: bolinha de gude, pipa, morto vivo, pular corda, queimada, sombra, vaca amarela, amarelinha, bobinho, estátua, taco e bater figurinhas.

Essas foram as brincadeiras que eu lembrei, e você lembra de alguma brincadeira de sua infância? qual a brincadeira que você mais gostava?

Vamos aproveitar cada minuto que temos com nossos filhos, independente de sua idade, pois o tempo passa rápido demais! Reviver as brincadeiras que fizeram parte de sua infância com seus filhos, fará tão bem a você quanto a eles. É um momento prazeroso que esquecemos por alguns instantes nosso problemas e com isto ficamos mais próximos dos nossos filhos.

Abraço.

Marcelo Fernandes
www.papaionline.com.br
Instagram: @papaionline; facebook.com/Papaionline; Twitter @onlinepapai”